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    <description>os arranha-céus do mundo</description>
    <title>os arranha-céus do mundo - Pesquisa SAPO</title>
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      <author>crawler@co.sapo.pt</author>
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      <sapoSearch:author_name>anabelamotaribeiro</sapoSearch:author_name>
      <sapoSearch:teaser> de uma praça de terra batida, rodeada de casario de pescadores. A mesma Quarteira que vi ao longe, 30 anos depois, pontuada de  arranha-céus . Terá sido essa minha melancólica visão uma premonição urbanística?
Fale-me  do  momento em que percebeu que esta era a sua maneira de se exprimir. E porquê esta</sapoSearch:teaser>
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      <title>Nikias Skapinakis</title>
      <pubDate>Thu, 27 Aug 2020 07:30:00 GMT</pubDate>
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      <author>crawler@co.sapo.pt</author>
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      <sapoSearch:author_name>anabelamotaribeiro</sapoSearch:author_name>
      <sapoSearch:teaser> tomar o chá e as torradas. Lembro-me disso e de estar uma linda tarde de sol. Mistério.
Que ambiente era o seu?
Era uma cidade muito grande, enorme, que não tinha  arranha-céus , tinha avenidas muito largas.
Aprendeu a nadar na piscina  do  hotel Polana?
Não. Tentei aprender a nadar nos Velhos Colonos</sapoSearch:teaser>
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Que ambiente era o seu?
Era uma cidade muito grande, enorme, que não tinha  arranha-céus , tinha avenidas muito largas.
Aprendeu a nadar na piscina  do  hotel Polana?
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      <title>Ângelo de Sousa</title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2020 00:17:00 GMT</pubDate>
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      <author>crawler@co.sapo.pt</author>
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      <sapoSearch:author_name>anabelamotaribeiro</sapoSearch:author_name>
      <sapoSearch:teaser> trazia  os  brinquedos nas algibeiras. (Hoje transporta livros, e em casa faz pilhas,  arranha-céus , Manhattans, como lhes chama, com eles. É um homem dos livros tanto quanto é da vida que não aparece nos livros. A vida que só se sente na vida. Wittgenstein falava dela, procurava-a. Onésimo, também.)
Veio</sapoSearch:teaser>
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      <title>Onésimo Teotónio Almeida</title>
      <pubDate>Wed, 03 Dec 2014 21:30:00 GMT</pubDate>
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      <author>crawler@co.sapo.pt</author>
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      <link>http://anabelamotaribeiro.pt/ny-para-principiantes-que-viram-uns-149862</link>
      <sapoSearch:author_name>anabelamotaribeiro</sapoSearch:author_name>
      <sapoSearch:teaser> vê por entre  os   arranha-céus . Não tem nunca a cor cinza e amarga que muitos esperam encontrar. É preciso ir a NY para sentir a sua alma, a dinâmica das ruas, a energia que transborda  do  multiculturalismo. Talvez só em NY seja possível perceber como uma cidade desenhada a régua e esquadro, de</sapoSearch:teaser>
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      <title>NY para principiantes (que viram uns filmes)</title>
      <pubDate>Sun, 28 Sep 2014 20:31:00 GMT</pubDate>
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      <author>crawler@co.sapo.pt</author>
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      <sapoSearch:author_name>anabelamotaribeiro</sapoSearch:author_name>
      <sapoSearch:teaser> que é constante nessas fotografias?
Em 90% é o homem no seu plano. Na natureza, na cidade, no trabalho, no  arranha-céus , na casa pobre. É sempre a tentativa de mostrar esta relação entre a pessoa e o seu quadro. Quase não fiz grandes planos.
Publicado originalmente no Jornal de Negócios</sapoSearch:teaser>
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Em 90% é o homem no seu plano. Na natureza, na cidade, no trabalho, no  arranha-céus , na casa pobre. É sempre a tentativa de mostrar esta relação entre a pessoa e o seu quadro. Quase não fiz grandes planos.
Publicado originalmente no Jornal de Negócios</description>
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      <title>António Barreto</title>
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      <pubDate>Mon, 27 May 2013 00:01:00 GMT</pubDate>
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