(Antes que se escoe o resto do ano, que começou com estrondo.)
cartas do meu moinho , por Reboliço , dia 2 de Novembro de 2019
amarelas dos arranha-céus fascistas, dos últimos estaleiros e em baixo, através de grossos painéis de vidro, há um armazém, sepulcral. Dormita ao belo sol, um nada fresco, o grande horto com a casinha, no meio, oitocentista, cândida, onde Mameli morreu, e um melro a cantar trama a sua intriga. Este…